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Era uma vez en la Fronteira Selvagem

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Dizem que os contos que compõem Era uma vez em la Fronteira Selvagem foram primeiro ouvidos na fronteira do Brasil com o Paraguai e somente depois escritos. São, ao que tudo indica, os primeiros contos infantojuvenis escritos em portunhol.
Seu autor foi amigo de Manoel de Barros e é, ele próprio, um poeta premiado e estudado pela academia. Douglas Diegues vive na fronteira entre o Mato Grosso do Sul e o Paraguai, ou Fronteira Selvagem, como ele diz, e escreve com grande riqueza em Portunhol Selvagem, defendendo assim que uma língua não existe apenas por ser um idioma oficial, de Estado, mas existe na medida em que existe como fala e escrita.
“Tomara que las crianzas também descubram que nos existem línguas superiores nem línguas inferiores, porque todas las línguas têm sua beleza”, diz Douglas.
O livro é composto por 7 contos fantásticos, em que personagens da fauna e da flora da Fronteira interagem e nos fazem perguntas filosóficas que, de tão formatados que vamos nos tornando, muitas vezes não conseguimos responder. Um exemplo? “Por que la banana tem la forma curva?”
Delirantemente ilustrada por Ricardo Costa, a obra contém Apresentação de Xico Sá, que em dado momento nos diz: “Como é gostoso o meu Portunhol Selvagem! Com essas ilustrações do artista Ricardo Costa, a gente vê a vida com o filtro ideal para as viagens inesquecíveis”.
“El Portunhol Selvagem es como um solzinho escondido dentro da gente”, explica Douglas Diegues. Como se diversão precisasse de explicação. “A graça do Portunhol Selvagem”, acerta Xico Sá, “é a pequena felicidade da surpresa. Aquele presente, o riso do inesperado, que belo susto”.
Venha conhecer também o Portunhol Selvagem. Obra selecionada para integrar o “FNLIJ’s Selection of Brazilian Writers, Ilustrators and Publishers 2020”, catálogo que a entidade produz anualmente para representar o Brasil na Feira do Livro Infantil de Bolonha.

Douglas Diegues e Ricardo Costa (ilustrações)

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